Archive for the ‘tecnologia’ Category.

Java sob fogo cruzado

Last call for client-side Java, as browser makers move to block vulnerable plug-ins, Java’s future as a client-side platform is uncertain.

Case in point: The Mozilla Foundation announced this week that it’s blocking certain versions of the Java plug-in from running in its Firefox browser. However, Firefox isn’t alone in squeezing Java out of the browser; the Metro-style version of Internet Explorer 10 won’t support plug-ins at all, Java included.

Java applets are hardly as popular as they once were, either. If browser makers are leaning toward disallowing plug-ins, the days of Java as a technology for the Web could soon be over. And if PC users don’t need Java for the Web or to run applications, they might choose not to install it at all, particularly given its penchant for security flaws.

Schmidt: Sun never told Google to license Java

Google Chairman Eric Schmidt testified that his company developed the Android operating system using the Java programming language after partnership talks with Sun Microsystems fell through and Sun made no demand for a license to use Java.

Oracle is seeking $1 billion in damages and a court order blocking sales of Android, now running on more than 300 million smart phones, unless Google pays for a license.

Considere novamente a substituição da bateria – agora foi a automotiva

Enquanto ignoro a sugestão no notebook até a compra de um novo, no carro não tive nenhuma saída: a bateria descarregou-se completamente após apenas um ano, três meses e vinte dias de uso, bem menos do que os dois ou três anos de vida útil esperada. E pensar que já cheguei a ficar quase oito anos com um carro sem precisar trocar a bateria.

Considere a substituição da bateria

Eu sempre digo que um notebook dura apenas dois anos com a sua performance esperada mas isso já é demais: um ano, seis meses e nove dias de uso diário e já começaram os primeiros sintomas de troca. Está certo que meu uso é muito intenso (desligo somente uma noite por semana e nas outras apenas abaixo a tampa), também sei que as células da bateria possuem uma certa vida útil, mas ainda assim deveriam durar mais que apenas um ano e meio.

Alta tecnologia aplicada de modo incorreto

Com ajuda de chip, pais saberão por SMS se crianças frequentam escola.

As camisas carregam um chip que monitora a frequência de cada estudante e gera o registro do horário em tempo real aos pais por meio de SMS. (…) Para o controle, foi aplicada a tecnologia de identificação de radiofrequência chamada RFID, (…)

“Todos os pais terão os telefones cadastrados e receberão alerta via celular sobre a entrada ou saída da escola. O sistema faz a captação através de sensores que são instalados nas unidades. Eles fazem automaticamente a leitura dos chips e repassam a informação via mensagem de texto aos pais”, explica o secretário Coriolano Moraes. A camisa, que pode ser lavada normalmente, tem o chip instalado na parte do escudo e o sistema não pode ser retirado.

Acho incrível que não tenha sido considerada a possibilidade de um aluno entregar a camisa para um amigo entrar com ela na escola, vestida por cima da própria ou mesmo dentro da mochila – dá a impressão que todas as preocupações do projeto estavam somente no edital de licitação destes chips RSID (foco na solução), ao invés de darem atenção no que realmente importa no caso: informar os pais sobre ausência de um aluno (foco no problema). O sistema na forma que foi descrito está fazendo a checagem de presença das camisas, e não dos alunos.

Eu acho que seria muito mais fácil e bem mais barato se a lista de presença com a chamada feita pelo professor fosse entregue na secretaria para que um funcionário entrasse em contato com os pais – poderia até ser por SMS mesmo. Nada pode burlar um professor atento que sabe quando um de seus alunos está ausente da sala.

E afirmo com certeza absoluta que é muito fácil entrar na escola com a camisa de outra pessoa porque uma das notícias relacionadas a esta mostra que a garotada consegue esconder e entrar com coisas muito mais difíceis – por exemplo, garrafas de whisky.

No colégio em que estudei há mais de vinte anos entrávamos com tudo o que era proibido sem sermos notados: baralhos, instrumentos musicais, bastões de madeira (para jogar taco dentro da escola!), bebidas alcóolicas de todo tipo. E sempre houveram rumores que no turno da noite a coisa ficava séria, como armas e drogas. Ninguém duvidava, acontece em todo lugar até hoje e o que mais preocupa nisso tudo é a reação de surpresa e indignação do corpo docente, como se isso tudo fosse novidade!

Certa vez li em algum lugar que se fosse possível trazer uma pessoa do passado (seja de 100 ou 200 anos atrás) para os nossos tempos atuais, a única coisa que ele reconheceria no mundo seria a sala de aula porque seus métodos e ferramentas não evoluíram nesses anos todos – a chamada de presença, a relação de subserviência de saber entre aluno e professor, até giz e quadro-negro continuam no cotidiano moderno das escolas. Não é de se estranhar que as falhas também sejam todas as mesmas.

Máquinas de escrever continuam sendo fabricadas

Máquinas de escrever sobrevivem nos EUA graças ao governo. Os preços impressionam: de US$ 192 até US$ 998 (com 48k de memória, mover/copiar/apagar, corretor ortográfico).

O site norte-americano Minyanville (…) achou um fabricante de máquinas de escrever, a Swintec, sediada nos Estados Unidos.

(…) o gerente geral de vendas da empresa não apenas confirmou que continua fabricando o produto como enfatizou: “Não acho que as máquinas de escrever vão desaparecer, não vejo isso acontecer tão cedo. Temos contratos com penitenciárias de 43 Estados (norte-americanos) para fornecer máquinas de escrever transparentes para os presos, de modo que eles não possam esconder contrabando dentro delas”, afirmou o executivo.